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Blog Toques & Dicas, seção da Revista Eletrônica Nádia Timm - eNT

29.6.06

Programa Petrobras Cultural

A Petrobras anuncia hoje os projetos de patrocínio cultural que foram contemplados nas seleções públicas do Programa Petrobras Cultural - Seleção 2005/2006. Trata-se da terceira edição do Programa, lançada em novembro do ano passado, com uma verba de R$ 62 milhões. Deste total, 75% (R$ 46,5 milhões) são destinados às seleções públicas de projetos, nos eixos "Preservação e Memória" e "Produção e Difusão".

Preservação e Memória

.Memória das Artes (R$ 5 milhões)

. Patrimônio Imaterial (R$ 2 milhões)

.Apoio a museus, arquivos e bibliotecas (R$ 4 milhões)

.Apoio à elaboração de projetos de preservação de bens culturais (R$ 2 milhões)

Produção e Difusão

Cinema

.Produção de filmes de longa-metragem (R$ 19,6 milhões)

.Produção de filmes de curta-metragem em 35mm para salas de cinema (R$ 1,26 milhões)

.Produção de filmes de curta-metragem para mídias digitais (R$ 600 mil)

Música

.Registro e difusão da produção musical contemporânea (R$ 5 milhões)

.Apoio a Grupos Musicais: bandas, corais, orquestras jovens e de música regional tradicional (R$ 940 mil)

A verba total da Seleção 2005/2006 do Programa Petrobras Cultural inclui, além do patrocínio aos projetos anunciados hoje, os editais de Circulação de Artes Cênicas Petrobras-Funarte (R$ 3,1 milhões), com cronograma de inscrições a ser brevemente divulgado pela Funarte, e o de Difusão de Filmes de Longa-metragem (R$ 3 milhões), com lançamento previsto para julho próximo.

Os 25% (R$ 15,5 milhões) restantes da verba são destinados a projetos convidados diretamente pelo Conselho Petrobras Cultural, já anunciados em novembro do ano passado, como os 30 festivais de cinema em diversas regiões do país, os 23 festivais de artes cênicas em vários estados brasileiros, o restauro da obra completa de Nelson Pereira dos Santos, os grupos artísticos do AfroReggae, o Teatro Oficina, a Intrépida Trupe, entre outros que podem ser consultados no site www.petrobras.com.br.

Dos 4.674 projetos inscritos, 232 foram selecionados. Destes, 51% são do Rio e de São Paulo e 49%, dos demais estados. A distribuição regional das inscrições foi de 52% de projetos provenientes do Rio e de São Paulo e 48% chegando dos demais estados.

O PPC é regido pelo Conselho Petrobras Cultural, formado pelas Gerências de Comunicação e Gerências de Patrocínio da Petrobras e da Petrobras Distribuidora, por representantes do Ministério da Cultura (MINC) e da Subsecretaria de Comunicação Institucional da Secretaria Geral da Presiência da República (SECOM), e pelos três consultores convidados do Programa - José Miguel Wisnik (música), Jurema Machado (preservação e memória) e José Carlos Avellar (cinema). Nesta Edição do Programa, o Conselho contou também com a colaboração de Arthur Nestrovski, como consultor-substituto de Música.

Desde a sua primeira edição, em 2003, o Programa Petrobras Cultural convida 3 diretores, no âmbito da seleção pública de Cinema. Nesta Edição, foram os seguintes os diretores homenageados:

. Ana Carolina, pelo conjunto de sua obra, com o longa-metragem "A primeira missa";

. Eduardo Valente, como diretor estreante de longa-metragem, com "Vórtice";

.Jorane Castro, como diretora de filme de curta-metragem, com "Ribeirinhos do Asfalto".

Além dos convidados acima, o Conselho decidiu criar a Homenagem Especial Petrobras Cultural e concedê-la, nesta Edição, a cada um dos nomes abaixo listados, pelo conjunto de seus trabalhos e por sua especial contribuição à cultura brasileira:

Cinema

. Luiz Carlos Barreto, para produção de "As pelejas de Ojuara";

. Domingos de Oliveira, para produção e direção de "A última juventude".

Música Erudita

. Antonio Meneses, projeto convidado "Suítes Brasileiras";

Música Popular

. Lia de Itamaracá, projeto convidado "Estrela de Lia";

Preservação e Memória

. Elisa Freixo, projeto convidado, "Órgão de Tiradentes"

12.6.06

Carta de Porto Alegre

Por um compromisso com a inclusão digital no Brasil

Esta carta expressa o consenso e o compromisso de mobilização dos participantes da V Oficina de Inclusão Digital realizada em Porto Alegre entre 5 e 9 de junho de 2006.

A carta será entregue aos atuais gestores públicos e aos candidatos e candidatas à Presidência da República e aos governos dos estados brasileiros, solicitando o compromisso público com a Inclusão Digital.

O Plano de Ação da Cúpula Mundial sobre a Sociedade da Informação de 2003 destaca como objetivo central a construção de uma sociedade da informação que inclua a todos, e que coloque a comunicação como um direito humano fundamental, que mostre o potencial do conhecimento e das tecnologias à serviço do desenvolvimento humano contidos nas Metas do Milênio da ONU.

O Brasil precisa resgatar a coerência entre os acordos firmados e as decisões políticas nacionais. O alcance e a dimensão dos projetos de inclusão digital no país não estão respondendo à complexidade e a enorme demanda em todo o território nacional. Graves problemas de infra-estrutura e grande áreas geográficas sem acesso a serviços de internet vão criando cidadãos excluídos da sociedade da informação.

Desde a realização da primeira Oficina de Inclusão Digital, em 2001, podemos dizer que alcançamos pequenas metas que propusemos.


Avanços se deram na construção do discurso e em algumas iniciativas.


O software livre foi compreendido por setores importantes do governo brasileiro como estratégia para a inclusão digital, para economia de recursos públicos e também como ponto de apoio para geração de trabalho e novas oportunidades para cidadãos, e para pequenas e médias empresas brasileiras.

A inclusão digital está em ações pontuais do governo federal, mas com pouca integração entre os projetos em curso.

O Brasil precisa de uma política pública unificada que inclua a cidadania na sociedade da informação.

Sendo assim, reivindicamos um conjunto de ações gerais para uma política pública de tecnologias de informação e comunicação a serviço da inclusão digital:

1 – Que os governos municipais, estaduais e federal desenvolvam e implementem Planos de Inclusão Digital como forma de racionalizar e otimizar os recursos públicos. É importante para a sociedade civil uma definição precisa da coordenação governamental responsável pelas ações de inclusão digital;

2 – Que os governos discutam amplamente com as entidades da sociedade civil e implementem marcos regulatórios de políticas públicas que apóiem a sustentabilidade de iniciativas de inclusão digital no contexto das descontinuidades geradas pelas mudanças de gestão;

3 - Liberação dos fundos públicos, em especial do Fust, de fomento para o desenvolvimento social e econômico no campo das Tecnologias de Informação e Comunicação;

4 – O combate da exploração comercial abusiva dos custos de banda de internet.

5 - A criação em lei do Conselho Nacional de Inclusão Digital, com ampla participação de entidades da sociedade civil e movimentos sociais. O Conselho participará da definição das principais diretrizes da política pública de inclusão digital do país, bem como no cogerenciamento dos recursos públicos previstos para esse fim. A iniciativa deve ser replicada nos estados e municípios;

6 – O uso e a migração do software livre para as iniciativas públicas e governamentais de inclusão digital;

7 - Uma política industrial de desenvolvimento das tecnologias de informação como forma de geração de trabalho e renda, assim como o fortalecimento da autonomia na produção dessas tecnologias;

8 – Garantir recursos públicos que dêem continuidade e priorizem as conexões compartilhadas, redes e telecentros comunitários de acesso público e gratuitos;

9 – O monitoramento rigoroso das metas de universalização dos novos contratos de concessão de telefonia fixa, incluindo a instalação dos PSTs (Postos de Serviços de Telecomunicações) em parceria com gestores locais para aproveitar a infra-estrutura e transformá-los em telecentros comunitários;

10 – Que as iniciativas de inclusão digital se aliem a um verdadeiro processo de democratização dos meios de comunicação, reconhecendo e incrementando as rádios comunitárias;

11 – Que as iniciativas de inclusão digital garantam a participação da comunidade em que estão localizadas;

12 – Que as políticas de inclusão digital fomentem o associativismo, o cooperativismo e as ações de economia solidária;

13 - Iniciativas de inclusão digital que promovam as línguas, os dialetos, as identidades culturais e étnicas;

14 – A criação de instrumentos de monitoramento de políticas públicas. Que os planos de inclusão digital venham acompanhados com avanços de políticas de governo eletrônico, ocasionando uma maior participação da sociedade na esfera pública;

15 – Que os ambientes de inclusão digital estejam de acordo com o Decreto Lei nº 5.296/04 de acessibilidade, que garante aos PPDs (Pessoas Portadoras de Deficiência) o acesso aos bens e serviços públicos;

16 – O reconhecimento do Fórum Permanente de Inclusão Digital como representante da sociedade civil organizada na elaboração e discussão de políticas públicas de inclusão digital;

17 – O estabelecimento de políticas e ações de recondicionamento de equipamentos e meta-reciclagem como premissa de uma nova forma de se relacionar com a tecnologia e com o meio-ambiente;

18 – O incentivo de iniciativas de inclusão digital relacionadas à formação, produção e compartilhamento de conhecimento e de conteúdo;

19 – Um sistema brasileiro de TV digital que garanta a participação, a produção e a difusão de conteúdos livres pela sociedade civil como um serviço de inclusão digital;

20 – Que as políticas públicas de Inclusão Digital incluam as questões de gênero, raça, GLBT (Gays, Lésbicas, Bissexuais e Transgêneros), os povos indígenas, quilombolas, assentamentos rurais e as comunidades de pescadores artesanais.

9.6.06

Campanhas estimulam o consumo do leite

A Tetra Pak promove as ações da campanha Pratique Leite durante o mês de junho em Goiânia, capital do Estado de Goiás. Durante o mês de maio, quase 10 mil estudantes de nove escolas da cidade se organizaram em equipes para criar shakes divertidos e diferentes à base de leite.


No dia 24 de junho, as 9 equipes vencedoras de cada unidade participam da final do concurso Pratique Leite no Jóquei Clube de Goiânia. Os alunos da equipe que criar o coquetel mais votado pelos convidados e pelos jurados ganharão um iPod.



O evento também terá apresentações artísticas das escolas, além de uma exposição sobre reciclagem de embalagens longa vida organizada pela Tetra Pak e barracas com jogos como pescaria, argola e tiro ao alvo, decoradas com material reciclado.



A Tetra Pak também promove o Espaço do Leite em academias da cidade durante o mês de junho. O Espaço do Leite vai proporcionar ao público degustações gratuitas de receitas diferenciadas de bebidas à base de leite.

Uma equipe treinada e cheia de imaginação vai preparar drinques divertidos e saborosos, misturando leite a ingredientes como paçoca, goiabada, cereais, biscoitos recheados e confetes, entre outros.



Criada para estimular o consumo de leite no Brasil, a campanha “Pratique Leite” tem como objetivo mobilizar as pessoas em torno de uma vida mais saudável, onde cabem a prática de esportes e uma alimentação adequada.



Em 2006, o Pratique Leite concentra suas ações nas cidades de Brasília, Anápolis e Goiânia, no Estado de Goiás, e em Campo Grande, no Mato Grosso do Sul.









Agenda



Espaço do Leite – Projeto Pratique Leite em Goiânia

Academia Corpo Brasil – 6 a 10 de junho

Academia Contours Express – 13 a 17 de junho

Academia Átrio – 20 a 24 de junho

Academia Flex – 27 de junho a 1º de julho



Final do Concurso Pratique Leite

Jóquei Clube de Goiânia – dia 24 de junho

13h às 18h






Sobre a Tetra Pak

Como líder mundial na produção de sistemas para processamento e embalagens para alimentos, o lema da Tetra Pak “Protege o que é Bom" reflete a filosofia sob a qual a companhia conduz seus negócios para aumentar a segurança e disponibilidade de alimentos em todos os lugares do mundo. Operando em mais de 165 mercados e contando com mais de 20 mil funcionários, a Tetra Pak acredita na liderança corporativa responsável e no crescimento lucrativo em harmonia com uma abordagem sustentável aos negócios. A Tetra Pak trabalha em conjunto com seus fornecedores e clientes em soluções de processamento e embalagens otimizadas para fornecer produtos convenientes, inovadores e que respeitam o meio ambiente a milhões de pessoas em todo o mundo. A empresa começou a operar em 1957 no Brasil, onde gera mais de 1000 empregos diretos e 500 indiretos e mantém duas fábricas, nas cidades de Monte Mor (SP) e Ponta Grossa (PR). Em todo o mundo, são 53 fábricas de embalagens e 16 fábricas de máquinas para envase. Em 2005, mais de 64 bilhões de litros de produtos foram envasados em embalagens da Tetra Pak no mundo e cerca de 120 bilhões de embalagens foram entregues