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16.8.05

Prêmio Portugal Telecom de Literatura Brasileira apresenta o Júri Nacional

A primeira fase do Prêmio Portugal Telecom de Literatura Brasileira foi concluída. Aproximadamente 300 críticos literários e professores universitários de todas as regiões do Brasil votaram cada um em cinco nomes para compor o Júri Nacional.


O Júri Nacional é composto da seguinte maneira: primeiramente foi escolhido o nome mais votado de cada uma das cinco regiões do Brasil, depois os dez nomes mais votados, independente de suas regiões. Esses quinze nomes + a Comissão Artística, que atua em todas as etapas do Prêmio, formam o Júri Nacional.



Comissão artística

Antonio Carlos Secchin

João Alexandre Barbosa

José Castello

Lourival Holanda

Wander Mello Miranda



Júri (Jurados eleitos)

Adriano Espínola

Affonso Romano Sant´Anna

Alberto da Costa e Silva

Beatriz Resende

Fábio Lucas

Flora Sussekind

Jomard Munis de Britto

Leyla Perrone Moisés

Lucila Nogueira

Lúcio Flávio Pinto

Luiz Costa Lima

Nelly Novaes Coelho

Pedro Vicente Costa Sobrinho

Regina Dalcastagné

Regina Zilberman



Na segunda fase, no dia 30 de agosto, o Júri Nacional escolherá as 10 obras finalistas e definirá os cinco jurados que, juntamente com os membros da comissão artística, irão compor o Júri Final que no dia 28 de novembro escolherá os três grandes vencedores.





Prêmio Portugal Telecom de Literatura Brasileira divulga a lista dos

20 livros mais citados pelo Júri Inicial



Além da escolha do Júri Nacional, os membros do Júri Inicial indicaram individualmente os cinco livros de criação literária que consideram os melhores de 2.004. A seguir, apresentamos a lista dos vinte livros mais citados pelo Júri Inicial. Vale frisar que esses livros não são finalistas. A lista tem apenas a intenção de mostrar a opinião desse júri de especialistas que não tem poder de classificar finalistas.



Concorrem ao prêmio, todos os livros que obedecem aos seguintes pré-requisitos: obras de criação literária (romance, contos, crônicas, poesia e dramaturgia) publicadas em 2004, editadas em língua portuguesa, de autor brasileiro e em primeira edição no Brasil.

Os vinte mais citados pelo Júri Inicial, em ordem alfabética

Aberto está o inferno – de Antonio Carlos Viana, Companhia das Letras

Arara bêbada – de Dalton Trevisan, Record

Arquitetura do arco-íris – de Cintia Moscovich, Record

Cara e coroa carinho e carão – de Glauco Mattoso, Travessa dos Editores

Cinco Marias – de Fabrício Carpinejar, Bertrand Brasil

Falso mentiroso, O – de Silviano Santiago, Editora Rocco

Fotógrafo, O – de Cristovão Tezza, Editora Rocco

Herdando uma biblioteca, de Miguel Sanches Neto, Record

Ira das águas, A – de Edla Van Steen, Global Editora

Livro de Zenóbia, O – de Maria Esther Maciel, Lamparina

Lorde – de João Gilberto Noll, Editora W11

Mistérios de Porto Alegre – de Moacyr Scliar, Artes e Ofícios

Paraísos artificiais – de Paulo Henriques Britto, Companhia das Letras

Plenilúnio – de Lêdo Ivo, TopBooks

Poemas rupestres, de Manoel de Barros, Record

Rua do mundo – de Eucanaã Ferraz, Companhia das Letras

Silêncio do delator, O – de José Nêumane Pinto, Girafa

Sob o peso das sombras – de Francisco J. C. Dantas, Planeta do Brasil

Vista do rio – de Rodrigo Lacerda, Cosac & Naify

Vozes do deserto – de Nélida Piñon, Record





Sobre o Prêmio Portugal Telecom de Literatura Brasileira



O Prêmio Portugal Telecom de Literatura Brasileira irá premiar no dia 28 de novembro de 2005 as três melhores obras de criação literária (romance, contos, crônicas, poesia e dramaturgia) publicadas em 2004, editadas em língua portuguesa, de autor brasileiro e em primeira edição no Brasil.



Os vencedores recebem R$ 100, R$ 35 e R$ 15 mil, respectivamente, primeiro, segundo e terceiro colocados, além de um troféu criado pelo artista plástico Paulo Von Poser.



No Brasil é o prêmio que concede maior valor em dinheiro aos vencedores o que, de imediato, confere a esse concurso um papel exponencial. Além disso, a sistemática de escolha, bastante democrática, impede a manipulação dos resultados, bem como a preferência por ilustres ou consagrados. Os primeiros jurados - em número elevado - elegem o júri intermediário; este, por sua vez, em voto secreto, elege o Júri Final. Assim, todas as obras publicadas no ano em questão dispõem de oportunidade igual de indicação e, ao final, chega-se a um número de finalistas efetivamente representativo da atual literatura brasileira.